quarta-feira, 27 de julho de 2011

Foz do Brasil orienta sobre pagamento da 1º fatura


Os boletos de cobrança da Foz do Brasil na prestação de serviços de água e esgoto de Uruguaiana, começaram a chegar às residências a partir de hoje. Segundo a direção da empresa, a maioria dos clientes já poderá sentir no bolso o desconto previsto em contrato.
A primeira fatura refere-se ao período de 24 de junho, data do início das operações da Foz do Brasil, até a data que o Agente Comercial realizou a medição no imóvel, sendo que o período máximo de consumo será de 30 dias. “Essa média tem como base os dados cadastrais fornecidos pela Prefeitura Municipal de Uruguaiana”, explica o gerente administrativo e comercial da Foz do Brasil em Uruguaiana, Marcos Fonseca.Segundo Fonseca, a fatura da Foz do Brasil traz as informações de forma clara e objetiva ao usuário, nas cores azul e branco, com a logomarca da empresa.
Vencimento: As primeiras faturas terão os vencimentos entre os dias 8 a 17 de agosto, respeitando a ordem das leituras efetuadas. A empresa reforça que os vencimentos podem ser adequados conforme necessidade do cliente na próxima fatura. Neste caso, para possíveis alterações, os clientes devem entrar em contato com a Foz do Brasil na sede do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).Débito automático: Os clientes da Foz do Brasil de Uruguaiana devem procurar o seu banco para cancelar o débito automático da antiga concessionária e fazer o convênio bancário com a empresa, para ter sua fatura debitada em conta. Em caso de dúvida, o usuário deve procurar o Serviço de Atendimento ao Cliente, localizado na rua Dr. Maia, 2673, ou ligar para o 0800 771 0001 (disponível 24 horas).

terça-feira, 26 de julho de 2011

Cresce movimento nos aeroportos do RS

Aeroporto Internacional Rubem Berta, em Uruguaiana
Nos primeiros seis meses de 2011, o Aeroporto Internacional Rubem Berta, em Uruguaiana, registrou o fluxo de 1.410 passageiros, conforme os dados divulgados nesta semana pela Superintendência Regional da Infraero. Ao todo, no Estado, foram 3.664.570 pessoas que utilizaram os terminais em quatro cidades (Porto Alegre, Pelotas, Bagé e Uruguaiana). Se considerado o movimento geral nos primeiros semestre, a superintendência definiu como intenso o trânsito de passageiros pelos terminais administrados pela Infraero no Rio Grande do Sul.
Somente na Capital, foram 3.657.356 passageiros, bem acima dos 3.042.048 registrados no mesmo período de 2010.
Veja o número de passageiros relativo ao período janeiro/junho 2011 no Interior e na Capital:
• Bagé: 1.001
• Porto Alegre: 3.657.356
• Pelotas: 4.803
• Uruguaiana: 1.410

* Fonte: Infraero

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uruguaianenses fazem história no Caldeirão do Huck

Após o final de semana em que os uruguaianenses da Banda Tri se destacaram em nível nacional, ao ser apresentar no programa Caldeirão do Huck, na Rede Globo, agora outro grupo, o Ouvindo Gritos de Paz, com dois componentes daqui, se prepara também para se apresentar na final do Olhe Minha Banda e tentar ser o escolhido para abrir o Rock In Rio.
Apenas com dez meses de estrada a Ouvindo GP está entre as quatro finalistas do programa e deve se apresentar no dia 13 de agosto no Caldeirão. Com um estilo musical próprio, a banda Ouvindo GP faz músicas inspiradas no amor e no alto astral. O estilo escolhido pela própria banda é o flower pop. A banda tem entre suas principais influências Maroon Five, Never Shout Never, The Beatles e Charlie Brown Jr. Com isso a Ouvindo GP traz inovação para seu público e tenta se diferenciar no cenário musical atual. Com traços ideológicos bem definidos e visual neo-hippie, o quarteto tem uma música cheia de groove e recheada por teclados, uma guitarra nítida, bateria pulsante e vocal inspirado.
A banda é formada por Gabriel Longuá (vocal), pelo uruguaianense José Paulo (guitarra), Renato Brasil (teclado) e pelo também uruguaianense William (bateria).
Agora é só esperar e torcer para que os uruguaianenses da Tri ou da OGP estejam no palco do Rock In Rio.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Combate à falsificação é tema de debate em Uruguaiana

A busca por um padrão de excelência no combate a pirataria, enfrentar o crime organizado e montar uma estratégia para a união de esforços com as autoridades públicas foram os eixos principais do encontro realizado durante toda a quarta-feira, junto ao auditório da Receita Federal, em Uruguaiana. Durante a programação, técnicos de inúmeras entidades, institutos e empresas ligadas ao combate à pirataria e à defesa da propriedade intelectual traçaram a realidade do prejuízo que o país acumula anualmente com o crescimento da ilegalidade. “A cada ano o Brasil acumula um prejuízo absurdo”, explicou o presidente executivo do Instituto Brasileiro de Defesa da Competitividade (IBL), Edson Luiz Vismona, um dos palestrantes do evento, que contou com a presença de inúmeras autoridades policiais e servidores da Receita Federal em áreas de fronteira.
Vismona evidenciou que o Brasil perde cerca de R$ 40 bilhões por ano em arrecadação de impostos com os produtos ilegais que entram através das fronteiras ao serem revendidos nos mais diversos pontos de comercialização informal. Além dessa fatia de recursos que é perdida, Vismona ainda expõe que drogas, medicamentos falsificados e armamentos estão sempre inseridos no contexto da comercialização de produtos que ingressam no país de forma ilegal. Entre os principais produtos mais falsificados na atualidade estão DVDS e CDS, roupas, relógios, óculos, tênis, games e softwares, além de perfumes.
Conhecedor como poucos da situação, Vismona sabe do problema social que se cria no momento em que se aumenta a fiscalização do comércio de produtos falsificados. Segundo ele, é necessário redirecionar a visão de negócios dos pequenos empreendedores. “Temos que incentivar a adequação dos vendedores informais na legislação pertinente para que seja mantido o atendimento às classes C, D  e E, responsáveis hoje por um grande fluxo de renda na economia do país”, acrescentou.  “O vendedor pode comercializar produtos com qualidade e adequado ao público que se destina, sendo, desta forma legal”, classifica. “Com isso, sem enganar o consumidor que, por usar uma marca falsa está, por conseqüência, também se enganando”, completa.
O evento desta quarta-feira contou com a participação de integrantes do Fórum Nacional da Indústria de Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos; do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade; da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos; do Instituto Nacional de Propriedade Industrial; do Instituto do Capital Intelectual; do Sindicato da Indústria de Parafusos, Porcas, Rebites e Similares no Estado de São Paulo, além de membros da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Eventos como o realizado em Uruguaiana são desenvolvidos durante o ano em todos os principais pontos estratégicos do país, dentro do programa “Diálogo com Autoridades Públicas”.  A meta dos envolvidos no programa é aumentar a fiscalização e a punição aos vendedores de produtos falsificados.

Legenda da foto: Pedro Zardo (Instituto do Capital Intelectual da Colgate); Edson Vismona (Movimento Brasil Legal); Jorge Luiz Hergessel, delegado da RF, em Uruguaiana; Igor de Araújo, do Fórum Nacional contra Pirataria e a Ilegalidade (ADIDAS/Reebok); Carolina Marchesin Cover, do Departamento de Defesa Comercial da FIESP; e Flávio Meirelles do Fórum Nacional Contra a Pirataria  e a Ilegalidade (IMEPPI).